Terapia relacional? O que significa?

Pois é, já falamos e ouvimos falar tanto de apego, de vínculo, de ser uma "boa mãe" e "bom pai". Mas, o que isso significa no trabalho clínico com famílias e crianças?


A terapia relacional é uma terapia dirigida ao sistema familiar, que procura desenvolver estratégias cotidianas e simples, para melhorar as nossas maneiras de comunicar o que sentimos e saber ouvir o que o outro está sentindo. Isso ajuda principalmente o processo de desenvolvimento das crianças, porque elas ainda não desenvolveram totalmente a capacidade de perceber as próprias emoções e verbalizá-las. Mas também nos ajuda como pais e mães, dado que muitas vezes precisamos entender como funcionamos emocionalmente para aprender a comunicar-nos.

A terapia relacional ou do vinculo pretende gerar estilos de criação e de relacionamento mais eficazes dentro da família, através de estratégias efetivas e positivas, afim de melhorar a nossa qualidade de vida e dos nossos filhos e filhas.


Neste processo a terapia do vinculo ajuda a compreender o que significa criar um filho(a) na atualidade e qual é o nosso papel como mãe, pai ou responsável, baseando-se na criação respeitosa, terapia do apego, neurociências afetivas do desenvolvimento, entre outros.


Ser pais e mães significa muito além das responsabilidades cotidianas de cuidado e proteção. Significa participar ativamente na formação de uma personalidade e de uma nova história. Mas, para nós como pais e mães, a história dos nossos filhos e filhas e o vinculo com eles começa muito antes do nascimento, mesmo antes da gravidez. Começa a se formar na nossa própria infância e continua ao longo da vida, impactando em todos os âmbitos dela. Sendo mais conscientes da nossa história, estaremos mais capacitados para trabalhar o vinculo de forma adequada com nossos filhos e filhas, reconhecer fortalezas e fraquezas e assumir que nossos estilos de criação intervêm diretamente no desenvolvimento emocional, cognitivo e social deles.


Portanto, quando fazemos terapia do vinculo, não estamos somente melhorando a relação com os nossos filhos e filhas, estamos também aproximando-nos a nossa própria historia, repassando a relação com os nossos pais e mães, com a nossa infância e com nós mesmos.


Bora começar? "Ainda é muito cedo para ser tarde demais" (Marla de Queiroz)


Ps. Daniela Tuma

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